
Querido diário,
Se me vires aparecer vestida de preto, maquilhada como para entrar num filme de terror e a escrever coisas como a morte, e lágrimas de sangue, não te assustes.
Não vou para nenhum velório nem baile de máscaras.
É porque me tornei uma gótica.
Não tem nada que saber, nem mesmo ser-se. Ou seja, não interessa que o gótico seja fundamentalmente uma filosofia de vida, uma essência, um estilo de arte que surgiu na Idade Média como contraponto a outro, o Românico.
Mas por aqui ninguém quer saber disso: basta que se monte um blog em negro, imagens de donzelas vestidas na mesma cor, unhas longas, pensamenteos sombrios com tendência para o suicida e voilá! Eis-me gótica!
Só tenho um problema... Tería que mudar o nome do meu espaço e acabar com o cor-de-rosa...
Mas Maria Navalha já é um belo de um nome gótico, não acham?
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