
Um verdadeiro assombro.
Uma torrente.
Uma bica que não seca nunca.
Assim me refiro à arte ininterrupta a que alguns bloggers se devotam.
Acho que não dormem, só escrevem, dia e noite num acto contínuo de produção em massa como uma fábrica de ensacar chouriços.
É um fervilhar que não acaba, mal o dia toca a meia-noite, Pumba! Lá está post novo!
Mas se se abrir bem os olhinhos até se repara que é sempre muito do mesmo. Obedece a uma fórmula, palavras-chave, o contexto é sempre igual e para que não hajam erros (muitos, vá lá) não fogem do modelo.
Pois que quando se arriscam a tais aventuras, a máquina encrava.
Como eles só eu. Mas é mais com a esfregona. Ou a navalha.
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